Miniatura

Acadêmico
Ricardo Aleixo
Número de Cadeira
31 Patrono: Lucindo Filho
Data de Posse
21 de junho de 2024
Posição na Cadeira
6º Sucessor
Status
Membro atual
Contato
aleixob@uol.com.br
Descrição Biográfica
O poeta, escritor, artista visual, designer sonoro e pesquisador de Literaturas, outras artes e mídias, Ricardo José Aleixo de Brito nasceu no dia 14 de setembro de 1960, em Belo Horizonte, filho de Américo Basílio de Brito e de Íris Aleixo de Brito.
O convívio criativo, na infância, com a mãe, Íris, e o pai, Américo, despertou nos dois filhos (Fátima e Ricardo) o interesse pelas artes e pela literatura [Ver o livro Sonhei com o anjo da guarda o resto da noite – Memórias (ed. Todavia, 2022)]. Fez estudos individuais, desde os 18 anos, em áreas como Poética, Teoria da Literatura, Semiótica, Música, Artes Visuais, Teatro, Performance, Design Gráfico, Filosofia, Estética, Arquitetura, História, Antropologia, Black Studies. Em 2021, recebeu, da UFMG, por notório saber, o título de Doutor em Letras: Literatura (área de concentração: Literaturas, outras artes e mídias).
Além disso, fez estudos complementares: Imagem e Palavra, oficina ministrada pela artista visual Lygia Pape, no Museu de Arte da Pampulha, em 1998; A música de cena de hoje, workshop ministrado pelo compositor Livio Tragtenberg, em 1997, na Comuna S/A, em Belo Horizonte; Laboratório de Expressão, ministrado pelo Prof. Eladio Pérez-González na Fundação de Educação Artística, em Belo Horizonte, em 1993; Introdução à Técnica vocal, oficina ministrada pelo Prof. Eladio Pérez-González na Fundação de Educação Artística, em Belo Horizonte, no período de 05 a 18 de julho de 1993.
Usando o nome literário/artístico: Ricardo Aleixo (outras entradas: Ricardo Aleixo de Brito, Rique Aleixo e Rique Aleixo de Brito), Ricardo Aleixo recebeu da UFMG, em 2021, o título de Notório Saber, equivalente ao grau de doutor. Tem 20 livros publicados. Suas obras mesclam poesia, prosa ficcional, filosofia, etnopoética, antropologia, história, música, radioarte, artes visuais, vídeo, dança, teatro, performance e estudos urbanos. Já fez performances em quase todos os estados brasileiros e nos seguintes países: Argentina, Alemanha, Portugal, EUA, Espanha, México, França, Suíça e Angola. Participa da mostra permanente Rua da Língua (Museu da Língua Portuguesa/SP).
Como artista visual, Ricardo Aleixo montou as mostras individuais: Objetos suspeitos (Belo Horizonte, Mariana e Rio de Janeiro, 1999) e (Belo Horizonte, 2015) e participou de inúmeras coletivas, como Portuñol/Portunhol (Buenos Aires, Argentina, 2004), Gil70 (São Paulo, Rio de Janeiro e Salvador, 2012), Textos y Visualidades (Buenos Aires, Argentina, 2019), Carolina Maria de Jesus – Um Brasil Para os Brasileiros (São Paulo, Sorocaba e Rio de Janeiro, 2021/2022), A Corda Mor (Coimbra, Portugal, 2024) e Anozero`24 – O Fantasma da Liberdade (Coimbra, 2024). Apresentou, na 35ª Bienal de SP, o Ciclo de performances Dendorí. Atualmente, é professor visitante no Instituto de Letras da UFBA, em Salvador, e atua como pesquisador visitante no Departamento de Estudos da Performance da NYU. Conquistou, em 2023, os prêmios Mestras e Mestres das Artes e Alceu Amoroso Lima – Poesia e Liberdade, outorgados, respectivamente, pela Funarte e por Universidade Candido Mendes/Centro Alceu Amoroso Lima Para a Liberdade, e foi finalista do Prêmio Oceanos, com o livro Diário da encruza (LIRA/Segundo Selo). Tomou posse, no dia 21 de junho de 2024, da cadeira de nº 31 da Academia Mineira de Letras.
Os principais trabalhos de Ricardo Aleixo na música e nas artes cênicas, iniciados em 1990 foram:
Em 2025: Álbum Granulações, de “música preta improvisada brasileira do mundo”, em parceria com o duo Radio Diaspora, formado pelo trompetista Romulo Alexis e pelo baterista Wagner Ramos. Poemas, objetos sonoros, vozes em diferentes registros; Participação na série Concretos!, dirigida por Livio Tragtenberg e Jurandir Müller, para Sesc TV. Trechos de performances apresentadas no Ciclo DENDORÍ, durante a 35ª Bienal de São Paulo, e entrevista sobre os desdobramentos da poesia de vanguarda brasileira.
Em 2024: Vinil Ecoa na cabeça de Naná, disco, em vinil, confeccionado especialmente para a exposição solo obracabada, realizada na Mitre Galeria, em belo Horizonte. [Homenagem ao percussionista Naná Vasconcelos]; instalação Meu Negro, em parceria com Aline Motta, na programação da Bienal de Coimbra, Portugal. Poema, performance, vozes, violão e design sonoro; Vídeo Portuqual?, exibido na mostra A Corda Mor, em Coimbra, Portugal. Participação especial de Natália Alves (locução). Direção, roteiro, vídeo, edição e design sonoro; Vídeo Onde estão os Livros?, comissionado pelo festival Barrio Berlin, realizado em Berlim, Alemanha. Direção, roteiro, texto, imagens de arquivo, edição e vozes; Performance O Tempo Todo Tudo Muda, na programação da Itinerância da 35ª Bienal de São Paulo. Jardins do Palácio das Artes. Belo Horizonte. Direção, texto e atuação; Participação especial na performance do duo formado pelo poeta Fred Moten e pelo baixista improvisador Brandon Lopez. Roulette Intermedium, NY, EUA; Experimento cênico O que é uma pedra?, com a participação especial de Murillo Corrêa, como designer sonoro, na Igrejinha do Inhotim. Direção, textos, vídeos, concepção, roteiro e atuação.
Em 2023: Show musical Revide verso – Canções e poemas-panfleto, em duo com o violonista e arranjador Alvimar Liberato. Direção artística, composições e atuação. Conservatório de Música da UFMG. Festival de Inverno da UFMG; Show musical Revide verso – Canções e poemas-panfleto, em duo com o violonista e arranjador Alvimar Liberato. Sesc Pompeia, São Paulo. Seminário Como renascem as democracias?. Direção artística, composições e atuação; Filme Ricardo Aleixo – Afro-Atlântico, de Rodrigo Lopes de Barros. Textos, depoimentos e performances realizadas em Boston, no Rio de Janeiro e em Belo Horizonte; Ciclo de performances Dendorí. Bienal de São Paulo (8 performances de diferentes épocas, entre inéditas e remontagens). Direção, concepção, roteiros, textos, atuação.
Em 2022: Performance Rumores do mar oceano Atlântico Negro em Minas, parceria com Natália Alves. Sesc Ipiranga, São Paulo; Performance, em duo com a DJ e instrumentista Raiany Sinara, no Festival de Música Criativa CHIII.COM. Galpão Cru, São Paulo. Roteiro, textos, design sonoro, voz ao vivo, bases pré-gravadas e objetos sonoros; Oficina Diário Íntimo de Lima Barreto – com performance coletiva no último dia –, no Sesc Mogi das Cruzes; Participação como ator no documentário Uma Carta Para Mário, dirigido por Armando Mendz; Performance Festim & The others: Thirty Years of Intermedial Travels. Berkeley. Evento apresentado por Berkeley Art Museum & Pacific Film Archive and co-patrocinado pelo UC Berkeley Center for Latin American Studies. Textos, roteiro, direção, atuação e design sonoro; Áudio-ensaio Milton Nascimento e o Clube da Encruza, primeiro episódio da série Música Negra do Brasil, da Rádio Batuta, produzido pelo Instituto Moreira Sales do Rio de Janeiro. Concepção, pesquisa, design sonoro, locução – em parceria com Natália Alves e produção.
Em 2021: Filme-ensaio O devorado pela luz, comissionado pelo Festival Lâmina, de Vitória, Espírito Santo, que contou com as colaborações de Natália Alves e Ajitenà Marco Scarassatti. Direção, roteiro, vozes, atuação, trilha sonora e edição; Vídeo-instalação Meu Negro, em parceria com Aline Motta. Comissionado pelo Instituto Moreira Salles, para a exposição Carolina Maria de Jesus – Um Brasil Para os Brasileiros. Poema, performance, vozes, violão e design sonoro; Instalação intermídia sem título na mostra permanente Rua da Língua, no Museu da Língua Portuguesa, em São Paulo. Poemas e atuação. [O roteiro foi elaborado por José Miguel Wisnik, e a filmagem e a direção ficaram a cargo de Carlos Nader e Leandro Lima]; Poema Palavrear na mostra permanente Falares, no Museu da Língua Portuguesa, em São Paulo. Poema e atuação; Filme Vira a volta que faz o nó, em colaboração com Ewerton Belico, Luiz Pretti, Ajetanà Marco Scarassatti. Co-direção, vozes, atuação.
Em 2020: Peça sonora realizada a partir do poema-ensaio Só quem fala no poema é o anômalo, publicado originalmente no livro Deleuze Guattari – a Escrita e a Literatura na Imanência da Velocidade"" (Ed. Fi, 2018, org. Norman R. Madarasz e André Luiz Costa). Design sonoro, vozes, ruidagem e samples e edição; Videoperformance EXP_7 Flechas, criação coletiva de Bartira, Candai Calmon, Edbrass Brasil, Leonardo Franca e Ricardo Aleixo. Videoperformance, poemas e atuação; Instalação intermídia realizada a convite do Programa Convida: Teatro Espanca!, promovido pelo IMS/Instituto Moreira Salles. Direção, concepção, design sonoro e atuação.
Em 2029: Experimento cênico Os ruídos vinham do sul dos nossos cérebros – poemas de Adão Ventura, na abertura do FliBH / Festival Literário Internacional de Belo Horizonte. Roteiro, direção, design sonoro e atuação. Teatro Francisco Nunes; Experimento cênico Não era lá?, em duo com Grace Passô. Festival de Arte Negra. Roteiro, direção, design sonoro e atuação; Experimento cênico Outras rosas, texto de Anderson Feliciano performado por Soraya Martins, no Teatro Espanca!, em Belo Horizonte. Design sonoro e preparação vocal.
Em 2018: Performance e que nunca me baste nem toda beleza que existe no mundo, dentro da mostra Ounje – Alimento de Orixás. Sesc Ipiranga, São Paulo. Direção, roteiro, textos e atuação; Experimento cênico Antiboi, do Grupo Negro de Poéticas e Políticas da Voz e do Corpo Akavulgo, dentro da programação do FIT – Festival Internacional de Teatro de Belo Horizonte. Roteiro, direção, design sonoro, vídeo e atuação. Teatro Francisco Nunes; Performance no evento de lançamento do livro Cartas de Nelson Mandela, junto com as cantoras Xénia França e Karol Conká e o cantor e compositor Mateus Aleluia. em São Paulo. Sesc Vila Mariana, São Paulo; Performance sem título no Cabaret Voltaire, em Zurique, Suíça, junto com o rapper angolano Diamondogg, em julho de 2018; Performance de encerramento, em duo com a poeta-tradutora Prisca Agustoni, do festival Babel Brasil na cidade de Bellinzona, Suíça, em setembro de 2018.
Em 2017: Instalação cênico-sonora Grietzsche, do coletivo Adeuzará. Preparação vocal e direção do processo de criação intermídia; Performance sem título no Cabaret Voltaire, em Zurique, Suíça, a convite da Zurich University. Direção, roteiro, design sonoro e atuação; Performance Antiboi, no ciclo Fruto Estranho, na FLIP / Festia Lietarária Internacional de Paraty. Direção, roteiro, poemas, design sonoro e atuação; Performances dos poemas Palavrear e Akavulgo no projeto RodaBHdePoesia. Teatro Espanca!. Poemas a atuação; Experimento cênico Aquela Mulher, com Zora Santos. Projeto Segunda Preta. Teatro Espanca!. Belo Horizonte. Direção, texto, design sonoro e atuação.
Em 2016: Coluna Poesia & – Rádio Inconfidência. [Apresentada às segundas-feiras, dentro do programa Almanaque Brasil, a coluna permaneceu no ar até 2020]; Performance Jazzê, em duo com Allan da Rosa, no projeto Polifônica Negra. LIRA/Laboratório Interartes Ricardo Aleixo. Belo Horizonte. Textos e atuação; Leitura dramática da peça Outras Rosas, do dramaturgo Anderson Feliciano, na programação do projeto Janela de Dramaturgia, no Teatro Espanca!, em Belo Horizonte/ Performance coletiva Peso, no encerramento do projeto Em Residência: Literatura, coordenado por Ricardo Aleixo, entre os dias 05/09 e 13/10, no Sesc Palladium, em Belo Horizonte. Roteiro, direção e design sonoro;
Em 2015: Performance Nictografia, em duo com Paulo Bruscky, dentro da programação da Ocupação Ricardo Aleixo. Casa UNA. Belo Horizonte. Concepção e atuação; Performance Música Para Modelos Vivos Movidos a Moedas. Maison de la Poesie. Paris. Ano do Brasil na França. Direção, roteiro, design sonoro e atuação.
Em 2014: Conferência dançada Desvios para a dispersão: Orfeu Cage, Exu. Casa Hoffman, Curitiba; Performance Música Para Modelos Vivos Movidos a Moedas. Teatro Sesc Prainha, em Florianópolis.
Em 2013: Performance Pesado Demais Para a Ventania, no Festival Poesía em Voz Alta – La Poesía se Hace En La Boca. Casa Del Lago. UNAM. Cidade do México. Direção, roteiro, textos, vídeo, atuação e objetos sonoros; Performance sem título no Festival Internacional de Literatura de Berlim, Alemanha. Direção, roteiro, textos, vídeo, atuação e eletrônicos; Performance sem título na Feira do Livro de Frankfurt, Alemanha, como integrante da delegação de escritores/as brasileiros/as presentes ao evento, que teve o Brasil como país homenageado. Direção, roteiro, textos, vídeo, atuação e eletrônicos.
Em 2012: Rito de recordação de Abdias do Nascimento. Festival de Arte Negra. Cine Santa Tereza. Festival de Arte Negra. Belo Horizonte. Elenco: Rui Moreira, Léa Garcia, Djalma Corrêa, Carlandreia Ribeiro, Renato Negrão, Waldemar Euzébio, Benjamin Abras. Co-direção com Leda Maria Martins e Gil Amâncio; Performance coletiva dos/as 16 integrantes do VO (O – Coro de Vozes Comuns, formado a partir da oficina Palavra Falante – O Jogo da Poesia, desenvolvida ao longo de 3 meses no Centro Cultural UFMG; Performance Pesado Demais Para a Ventania, no Festival Internacional de Poesia de Berlim, Alemanha. Direção, roteiro, textos, vídeo, atuação e objetos sonoros; Gravação, em estúdio, de seleta de poemas, a convite do site Lyrikline, de Berlim, Alemanha; Leitura-concerto Palavras de um outro mesmo lugar. Festival de Arte Negra de Belo Horizonte. Teatro Francisco Nunes. Elenco: Abreu Paxe, Nina Rizzi, Ronald Augusto e Salgado Maranhão. Direção, concepção, roteiro, vídeo, design sonoro e regência; Concerto Talif – Palavra Que Fala, com o griot senegalês Zal Idrissa Sissokho e o percussionista Djalma Corrêa. Casa África. Belo Horizonte. Direção, roteiro, poemas, vozes e atuação.
Em 2011: Performance Marginália e experimentação, com Marcelo Dolabela. Ciclo de conferências Sentimentos do Mundo. Auditório da Reitoria, Campus da UFMG; Performance Música para modelos vivos movidos a moedas, no festival 2011 Poetas Por Km2, em Madri, Espanha. Casa America. Direção, atuação, vozes e sound design; Participação especial, performando o poema Palavrear, no espetáculo Kora Brasil – A Saga dos Griôs, de Zal Idrissa Sissokho, do qual também participaram Maurício Tizumba, Vander Lee, Sérgio Pererê, Dona Jandira e outros/as artistas de Belo Horizonte. Palácio das Artes; Performance Pesado Demais Para a Ventania. Festival Londrix, em Londrina, Paraná. Direção, roteiro, textos e atuação; Performance Música para modelos vivos movidos a moedas, como parte da mostra Poética expositiva, realizada nas Cavalariças do Parque Lage, no Rio de Janeiro, em março de 2011. Direção, atuação, vozes e sound design.
Em 2010: Performance Música Para Modelos Vivos Movidos a Moedas, em duo com o guitarrista Alvimar Liberato, no lançamento do livro Modelos Vivos, realizado no Café com Letras, em Belo Horizonte. Direção, roteiro, composições e atuação.
Em 2009: Participação no programa Radiovisual, parte do projeto Ao redor de 4´33“, que integrou a 7ª Bienal do Mercosul, com a obra “As orelhas humanas não têm aspecto muito agradável”. Design sonoro, locução, edição e produção.
Em 2008 Espetáculo Barrocodelia, na programação da Mostra Contemporânea de Arte Mineira, realizada No Sesc Pompeia, em São Paulo. Elenco: Benjamin Abras, Chico de Paula, Gil Amâncio, Rui Moreira, DJ Rato, Jorge dos Anjos e Ricardo Aleixo. Concepção, co-direção (com Chico de Paula) e atuação; Performance Nem Uma Única Linha Só Minha, no Auditório Vermelho do Itaú Cultural. Elenco: Alexandre Tripiciano, Benedikt Wiertz, Rodrigo Coelho e Ricardo Aleixo. Direção, roteiro, design sonoro, vídeos e atuação.
Em 2007: Conferência dançada Desvios para a dispersão: Orfeu Cage, Exu. Maceió; Aula-espetáculo Um ano entre os humanos / A year among the humans. New York University / NYU; Performance Um ano entre os humanos / A year among the humans, durante o festival A moveable feast: Poetry in portuguese, promovido pelo Departamento de Português e Estudos Brasileiros da Brown University, em Rhode Islands, EUA, no período de 4 a 8 de maio. Direção, roteiro, sound design e atuação; Performance Um ano entre os humanos, durante o projeto Errática - Poema ao vivo, realizado no Centro Cultural Banco do Brasil, no Rio de Janeiro. Direção, textos, composições, atuação.
Em 2006: Espetáculo Um Ano Entre Os Humanos. Combo de Artes Afins Bananeira-ciência. Diamantina. Festival de Inverno da UFMG. Direção, textos, composições, vídeos, atuação; Instalação Para uma eventual conversa sobre poesia com o fiscal de rendas, parte da mostra Poiesis Entre_Pixel_e_Programa, realizada no Oi Futuro/Rio de Janeiro, de 02 de outubro a 02 de dezembro de 2006. Direçào, concepção, vozes, edição dos vídeos.
Em 2005: Espetáculo Um Ano Entre Os Humanos. Combo de Artes Afins Bananeira-ciência. Semaine Culturelle de Belo Horizonte, organizada em Paris, França, pela Fundação Municipal de Cultura. Direção, textos, composições, atuação; Participação na performance coletiva Brossa.Bros.Br, parte da Mostra de Arte Catalã, realizada em paralelo à exposição Joan Brossa – de Barcelona ao Novo Mundo, no Centro Universitário Maria Antonia da USP, em São Paulo. Elenco: Tom Zé, Arnaldo Antunes, Lenora de Barros, João Bandeira, Adriana Calcanhoto, Cid Campos e outros/as; Performance Trívio, na mostra Sinais na pista, realizada, em maio de 2005, no Museu Imperial de Petrópolis. Direção, roteiro, design sonoro e atuação.
Em 2004: Performance Um ano entre os humanos, no V Encontro Internacional de Poetas, realizado, no período de 27 a 30 de maio de 2004, pelo Grupo de Estudos Anglo-Americanos da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, Portugal; Espetáculo Um caminho, em duo com o bailarino Rui Moreira. Teatro Francisco Nunes. Abertura do projeto Verão Arte Contemporânea. Texto, co-direção, trilha sonora ao vivo e narração; Performance Um ano entre os humanos, no Centro de Cultura Belo Horizonte. Concepção, direção, trilha sonora e atuação.
Em 2003: Espetáculo Quilombos Urbanos, da Cia SeráQuê?, composta por Rui Moreira, Gil Amâncio, Guda Coelho e outros. Berlim, Alemanha. Composições e canto.
Em 2001: Performance Mapeamento Poético do Cérebro Inclâmico, de e com Sebastião Nunes. Programa Novas Leituras, da Secretaria Municipal de Cultura. Centro de Cultura Belo Horizonte. Trilha sonora (em parceria com Gil Amâncio) e atuação; Gravação da trilha sonora do espetáculo Quilombos Urbanos, da Cia SeráQuê?, vencedor do Prêmio Bonsucesso 2001 na categoria Trilha Sonora. Co-autoria na composição e vozes; Composição de trilha sonora para o filme Antologia Mamaluca, de Sebastião Nunes, em parceria com Gil Amâncio. Design sonoro e vozes; Espetáculo Primero Sueño – A Máquina Barroca, da Sociedade Lira Eletrônica Black Maria. Salão do Livro de Belo Horizonte. Teatro Marília. Elenco: Gil Amâncio, Tatu Guerra, Álvaro Starling, Gabriela Guerra e Ricardo Aleixo. Direção geral, trilha sonora (em parceria com Gil Amâncio), roteiro e atuação;
Em 2000: Q – Espetáculo da Sociedade Lira Eletrônica Black Maria. Co-direção, roteiro, preparação vocal, vídeos, atuação. [O espetáculo ficou em cartaz até 2002].
Em 1999: Estreia do espetáculo Quilombos Urbanos, da Cia SeráQuê?, composta por Rui Moreira, Gil Amâncio, Guda Coelho e outros. [O espetáculo, que ficou em cartaz até 2003, foi apresentado em mais de uma centena de cidades brasileiras, na Argentina e na Alemanaha]; Q – Poesia & Música. Performance em duo com o músico e ator Gil Amâncio. Co-direção, roteiro, preparação vocal, vídeos, atuação.
Em 1990: Teatro dançante Jogo de Guerra – Malês. Elenco: Adyr Assumpção (que assina a direção), Maurício Tizumba, Evandro Passos, Marita Carlos, Lucio Ventania, João Bosco Alves. Cenário: Jorge dos Anjos. Ricardo Aleixo foi o responsável pelo texto e pela trilha sonora original.
Paralelamente, Ricardo Aleixo atuou em diversas curadorias e na coordenação geral de eventos:
Em 2013 Co-curadoria da 7ª edição do Festival de Arte Negra de Belo Horizonte / FAN, promovido pela Secretaria Municipal de Cultura, em 2012 na Co-curadoria da 6ª edição do Festival de Arte Negra de Belo Horizonte / FAN, promovido pela Secretaria Municipal de Cultura; em 2005 na Co-curadoria da 3ª edição do Festival de Arte Negra de Belo Horizonte / FAN, promovido pela Secretaria Municipal de Cultura e na Co-curadoria da 3ª edição do Festival de Arte Negra de Belo Horizonte / FAN, promovido pela Secretaria Municipal de Cultura, em 2005.
Em 2003: Co-curadoria do 2º Festival de Arte Negra de Belo Horizonte / FAN, promovido pela Secretaria Municipal de Cultura, entre os dias 14 e 23 de novembro de 2003.
Em 1995: Co-curadoria e co-coordenação do Programa de Reflexão Crítica e Produção Editorial do Festival Internacional de Arte Negra de Belo Horizonte/ FAN, realizado em novembro de 1995.
Ricardo Aleixo tem extensa obra publicada em livros: Encrucijada – Antologia poética (2024, Pez Espiral, Chile, trad. Fernando Pérez Villalón); Tornei de Luanda um kota (2024, LIRA/Impressões de Minas); A poesia não (2023, LIRA/Tipografia do Zé); Sonhei com o anjo da guarda o resto da noite (2022, Todavia); Campo Alegre (2022, Conceito – Col. BH A A cidade de cada um); Diário da encruza (2022, LIRA/Segundo Selo); Extraquadro (2021, LIRA/Impressões de Minas); Palavrear (2018, Todavia); Pesado demais para a ventania (2018, Todavia); Antiboi (2017, LIRA/Crisálida); Ricardo Aleixo (2017, Ed. Azougue – col. Encontros); Convivo muito bem com os cães da rua (2017, Ed. Fazia Poesia – col. Leve um Livro); Impossível como nunca ter tido um rosto (2015, Edição do Autor); Mundo palavreado (2013, Peirópolis); As metades do corpo (2012, Katarina Kartonera); Modelos vivos (2010, Crisálida); Céu inteiro (2008, Tipografia do Zé); Máquina zero (2004, Scriptum); Trívio (2001, Scriptum); Quem faz o quê? (1999, Formato); A roda do mundo (1996, Mazza); Festim (1992, Ed. Oriki).
Ricardo Aleixo tem também diversas participações em antologias, coletâneas de poemas e revistas, no Brasil e no exterior: Poemas e ilustrações na edição 167 da revista Piauí, 2020; Attaques#2 – Revue de la cellule éditoriale Al Dante – Edição especial “Brésil, poésie politique: “Nous somes la terre” – Paris, França, org. e trad. Inês Oseki Deprê, 2019; Brilliant Corners - A Journal of Jazz & Literature - Volume 21, nº 1, Baltimore, EUA, trad. Dan Hanrahan, 2016; Vijfentwintig keer Brazillië - Hedendaagse poëzie uit Brazilië (PoeziëCentrum/International Arts Festival Europalia.Brasil, Amsterdam, Holanda, org. Flora Süssekind, trad. Harrie Lemmens e Bart Vonk, 2013); La poésie brésilienne aujourd´hui (Ed. Cormier, trad. Patrick Quillier, Paris, 2012); Action Poétique - Révolutions - nº 204, dossiê Poètes du Brésil aujourd´hui, Paris, França, org. e trad. Inês Oséki-Depré, 2011; 6 Poetas de Argentina & 6 Poetas de Brasil (Ed. Bajoluna, Buenos Aires, Argentina, seleção e tradução, Teresa Arijón e Camila Do Valle, 2006); Poetry Walles - Volume 40, nº 2, edição especial dedicada à poesia brasielira contemporânea, Cardiff, País de Galles, org. Flávia Rocha, 2004; Rattapallax - Volume 9, edição especial “New brazilian & American Poetry”, NYC, EUA,org. Flávia Rocha e Edwin Torres, 2003; Esses poetas - Uma antologia dos anos 90 (Ed. Aeroplano, Rio de Janeiro, org. Heloísa Buarque de Hollanda, 1999); Belo Horizonte - a cidade escrita (Ed. UFMG/Assembleia Legislativa de Minas Gerais, Belo Horizonte, org. Wander Mello Miranda, 1997); Callaloo - Volume 18, nº 4, edição especial “Afro-brazilian Literature” (Fall, EUA, org. Carolyn Richardson Durham, Leda Maria Martins, Phyllis Peres e Charles H. Rowell, 1995).
Entre os ensaios e textos críticos publicados destacam-se: “Em busca de uma poética da performance”, ensaio biográfico-crítico publicado na coluna O cuidado da poesia, mantida por Alberto Pucheu no blog da revista Cult, em fevereiro de 2017; “Arte como coisa viva, coisa feita, coisa forte”, texto publicado no catálogo da mostra Malungos: Irmãos de barco, de Paulo Nazareth e Mestre Orlando, realizada na Funarte MG, em 2016; Depoimento sobre o processo de montagem de exposições publicado no livro Arte de expor - Curadoria como expoisesis, de Sonia Salcedo Del Castillo (Nau Editora, Rio de Janeiro, 2016); Texto sem título, à guisa de Apresentação, no livro Saúde mental, ética e política (Paco Editorial, Brasília, org. Ondina Pena Pereira, 2016); Texto sem título publicado nas orelhas do livro Cruz e Sousa - Prosas selectas (Ed. Sala 10, Buenos Aires, Argentina, trad. Cristian De Nápoli, 2016); “Uma leitura andarilha”, texto que acompanha a versão impressa do livro Poemas de brinquedo, de Álvaro Andrade Garcia, com design sonoro confeccionado por Ricardo Aleixo, em 2016; Texto sem título publicado no catálogo da “nanomostra"" de performances Monstra, realizada na Casa Hoffman, em Curitiba, em 2013; Ensaio sobre a relação do escritor e poeta cubano Severo Sarduy com a radioarte, publicado na coletânea Entre ouvidos, organizada pela radiomaker Lilian Zaremba e publicada em 2009 por Oi Futuro, Rio de Janeiro; A ferro e fogo, texto publicado no catálogo da mostra homônima, do artista plástico Jorge dos Anjos, realizada na AM Galeria, Belo Horizonte, em 2009; Texto sem título publicado na orelha da Nova Antologia Poética de Mario Quintana (Ed. Globo, Porto Alegre, org. Tania Franco Carvalhal, 2007); “Na encruzilhada, no meio do redemoinho”, ensaio publicado na coletânea Mais Poesia Hoje (Ed. 7 Letras, Rio de Janeiro, org. Célia Pedrosa, 1999).
Na biografia de Ricardo Aleixo se incluem, também, participações em projetos da UFMG e parcerias com essa Instituição, tais como: Concepção e coordenação do curso Saberes Tradicionais: Artes e poéticas ancestrais – A palavra que zela e quem zela por ela, no âmbito do Programa de Firmação Transversal em Saberes Tradicionais da Universidade Federal de Minas Gerais, realizado no período de 12 de maio a 30 de junho de 2022; Oficina Voco Invoca Dadá no Tempo da Avacalhação, no Festival de Inverno de 2019, em Belo Horizonte; Coordenação geral do projeto ZIP / Zona de Invenção Poesia &, realizado no Centro de Memória da UFMG. 2018; Jornada Poéticas do Estranhamento, promovida pelo Grupo Interinstitucional Poéticas do Estranhamento na Faculdade de Letras da UFMG, no dia 15 de outubro de 2014; 40º Festival de Inverno, promovido pela UFMG e Prefeitura Municipal de Diamantina, como professor da oficina “Essenciais: Potencialidades poéticas” – Área de Projetos Especiais – Essencial Núcleo Avançado de Criação Intermidiático, realizada no período de 21 a 26 de 2008; 38º Festival de Inverno da UFMG, como professor da oficina “Arquivox: Práticas vocais nas poéticas contemporâneas” – Áreas de Artes literárias e Artes Musicais, realizada no período de 17 a 21 de julho de 2006, em Diamantina; Jornada do poema concreto/processo/experimental, realizada no dia 22 de maio de 2006, no Auditório 1007 da Fale/UFMG, na mesa “Novas poéticas 1: desdobramentos do experimental”, junto com Alckmar Luiz dos Santos e Sônia Queiroz; Palestra no Ciclo de Debates “Traduções, processos, mediações”, do evento Culturas, conhecimentos, linguagens: o jogo do livro VI, promovido pelo Centro de Alfabetização, Leitura e Escrita (Ceale) da Faculdade de Educação da UFMG, no dia 11 de novembro de 2005; Coordenação geral do projeto ZIP / Zona de Invenção Poesia &, realizado no Centro de Memória da UFMG. 2018; Curadoria do projeto BHZIP / Zona de Invenção Poesia &, realizado no Centro Cultural UFMG e Laces/JK,no período de 5 a 9 de setembro de 2005; 37º Festival de Inverno da UFMG, como professor da oficina “Transpoéticas: palavra, imagem, som e movimento”, realizada no período de 25 a 29 de julho de 2005, em Diamantina; 36º Festival de Inverno da UFMG, como professor da oficina “Palavra falante: introdução à performance poética”, realizada no período de 19 a 23 de julho de 2004, em Diamantina; Palestra “Racionais MC´s: uma poética (radical) da voz”, dentro do Programa de Atividades Transdisciplinares Integradas do Colegiado de Graduação da Fale/UFMG, no dia 1 de dezembro de 2003; Mesa redonda “A literatura brasileira afro-descendente”, no I Colóquio NEIA - Alteridades em Questão, promovido pelo Programa de Pós-Graduação em Letras: Estudos Literários da UFMG e pelo NEIA/FALE/UFMG, no dia 18 de dezembro de 2001; 31º Festival de Inverno da UFMG, como professor da oficina “Poéticas da voz” - Área de Literatura, realizada no período de 12 a 23 de julho de 1999, em Ouro Preto; 19º Festival de Inverno da UFMG, como debatedor, na mesa-redonda “Literatura Afro-brasileira”, junto com Adão Ventura, Rubens Alves, Oswaldo de Camargo e Paulo Colina, no dia 20 de julho de 1987.
Ricardo Aleixo teve, ainda, participação em palestras, confer~encias, debates, oficinas, cursos e residências artísticas:
Em 2024, Debate Entre linguagens, com Aline Bei e Estrela Leminski. no Teatro Municipal de Pomerode, com mediação de Fernando Boppré (Chapecó/SC); Debate com Abreu Paxe, na Academia Mineira de Letras, a partir do tema Musoni: do mito da escrita aos sistemas literários – um estudo sobre a literatura na cultura no Sul Global; Oficina Introdução à Cena Dendorí, no Mirada – Festival Ibero-americano de Artes Cênicas. Sesc Santos. Em 2023 Oficina Palavra falante, no Festival da Palavra, na Casa Hoffman, em Curitiba; Oficina Arte não é só o que se vê, e debate com Maria Carvalhosa, no Sesc Rio, dentro da programação do projeto Palavra Líquida. Em 2022 Echoes of Attemps – A conversation with Ricardo Aleixo. Debate online com os professores Nathaniel Wolfson (UC Berkeley’s Department of Spanish and Portuguese) e André lepecki (NYU Department of Performance Studies). Em 2021 e nos anos anteriores Participação como tutor, junto com os/as artistas Aline Motta, Dione Carlos e Gil Amancio, no programa LabCultural, do BDMG Cultural; Coordenação da residência artística Centralidades Perifeéricas, voltada para jovens artistas da periferia de Belo Horizonte e no período de 16 a 26/02/20; Coordenação da oficina Processos de criação em intermídia e performance Pesado demais para a ventania, na Udesc/Universidade do Estado de Santa Catarina, em setembro de 2019; Coordenação da residência Aprendizagem do desaprender, no âmbito do projeto Ação Jovem, promovido pelo Instituto Inhotim, em setembro de 2019; Coordenação da oficina e performance coletiva Voco invoca Dadá no tempo da avacalhação, no Festival de Inverno da UFMG, em julho de 2019; Coordenação da residência artística A performance intermídia da concepção à montagem, no Teatro Universitário da UFMG, 2019; Palestra, no dia 22 de maio de 2017, no DELFOS - Espaço de Documentação e Memória / PUCRS, em Porto Alegre, Rio Grande do Sul; Residência criativa Desvios para a dispersão: uma poética da performance, realizada no Sesc Palladium, em Belo Horizonte, no período de 08 de setembro a 09 de outubro de 2016. Mediação da palestra Voz, corpo e palavra nas culturas de matriz africana, oferecida por Dona Cici, egbomi do Terreiro Ilê Axé Opô Aganju, realizada no âmbito do projeto Em Residência: Literatura, coordenado por Ricardo Aleixo, entre os dias 05/09 e 13/10, no Sesc Palladium, em Belo Horizonte; Debate no I Simpósio de Poesia Contemporânea, promovido pela Casa das Rosas - Espaço Haroldo de Campos de Poesia e Literatura e pela Universidade de São Paulo entre 14 e 18 de outubro de 2008; Coordenação do curso Poéticas da mestiçagem, realizado, no período de 18 a 20 de fevereiro, na Biblioteca Alceu Amoroso Lima, em São Paulo; Aula-espetáculo Um ano entre os humanos, ministrada na New York University King Juan Carlos Center, no dia 9 de maio de 2007; Coordenação do workshop Palavra falante: o oral ao sonoro, promovido pelo Instituto de Artes do Pará, no período de 22 a 26 de agosto de 2005; Palestra sobre poesia brasileira no Festival de Poesia de Goyaz, entre 23 e 26 de março de 2006, na Cidade de Goiás/GO; Debate sobre Políticas públicas de incentivo à leitura, no dia 11 de agosto de 2005, dentro da programação do 6º Salão do Livro de Minas Gerais & Encontro de Literatura; Conferência e performance sobre o livro Trívio durante o 1º Festival Vida & Arte, em Fortaleza/CE; Participação em debate no 2º Seminário Poesia Hoje, promovido, no período de 25 a 27 de outubro de 1999, pelos programas de pós-graduação em Letras da Universidade Federal Fluminense e Universidade Estadual do Rio de Janeiro; Conferência no Seminário Questão Negra, promovido pela Secretaria de Estado da Cultura de Minas Gerais, no período de 28 de novembro a 01 de dezembro de 1988; Palestra sobre o tema “Centenário da Abolição da Escravatura no Brasil”, para os alunos de Antropologia da Faculdade de Ciências Médicas de Minas Gerais, no dia 10 de novembro de 1988; Palestra na programação da 1ª Semana de Debates sobre “Tendências Atua".



