Miniatura

Acadêmico
Pedro Rogério
Número de Cadeira
38 Patrono: Beatriz Brandão
Data de Posse
16 de maio de 2002
Posição na Cadeira
3° Sucessor
Status
Membro atual
Contato
escritorio.gracian@gmail.com ou pedrorogeriomoreira@gmail.com
Descrição Biográfica
O jornalista e escritor Pedro Rogério Couto Moreira nasceu em Belo Horizonte, MG, em 16 de dezembro de 1946, filho de Ibrantina Brandão Couto Moreira e Vivaldi Moreira. Desde a infância, conviveu no ambiente literário: seu pai detinha uma das maiores bibliotecas particulares de Minas Gerais; e seus tios, Edison Moreira e Pedro Paulo, eram donos da Livraria Itatiaia, onde Pedro Rogério trabalhou como balconista e travou contato com diversos escritores mineiros da época.
Fez os primeiros estudos em Belo Horizonte, no Jardim de Infância Bueno Brandão, depois no Colégio Marista Dom Silvério. Em Bom Despacho, indo morar com os avós maternos, estudou como externo no Pré-Seminário dos Padres Sacramentinos. Não cursou faculdade. Autodidata no jornalismo, atuou a partir de 1969, no jornal Última Hora, de São Paulo. Transferindo-se para o Rio de Janeiro, trabalhou em A Notícia e n’O Globo; depois, na TV Globo, na qual atuou também em Brasília. Na Capital Federal foi diretor da TV estatal Radiobrás, do SBT e do Jornal do Brasil. Fora da imprensa, integrou a assessoria da Presidência da República no Governo Itamar Franco e foi diretor de projetos de mídia no Senado Federal, sob a presidência de José Sarney.
Iniciou sua produção literária, marcada pelo memorialismo, a ficção e o que ele chama de miscelânea, somente aos 50 anos de idade, com a publicação do livro de crônicas Hidrografia Sentimental – Aventuras sem malícia de um repórter na Amazônia (1996). Seguiram-se O almanaque do Pedrim (2000); O menino da Mata e seu filho Pedrim (2002); Bela noite para voar – Um folhetim estrelado por JK (2002); Jornal Amoroso (2004); Jornal Amoroso – Edição Vespertina (2007); Amor a Roma, amor em Roma (2013); Memórias da diverticulite (2019): Geografia sentimental de Miguel Torga em Minas (2016); Passeio pela magia na história de Carlos Magno (2018); Palavras cruzadas (coautoria) (2019); Diário da falsa Cruz de Caravaca (2018); Sob o céu de Belo Horizonte (2020); Eduardo Frieiro pelo buraco da fechadura (2020); O livro de Carlinhos Balzac (2021); Helô – diário de uma paixão secreta (2022); Lott, a espada democrática (2023); A vida misteriosa dos gatos (2024). É coautor de uma Fortuna Biográfica de Vivaldi Moreira (2012), seu pai, presidente perpétuo da Academia Mineira de Letras. Também é autor de um Almanaque de curiosidades da Bíblia, inédito. Em 2025 será publicado O que é isso, vó?.
É detentor de algumas honrarias, entre as quais a da Ordem do Rio Branco, a do Mérito Aeronáutico e da Grande Medalha da Inconfidência.
Não faz militância de escritor. Vive em Brasília desde 1984. Com a privatização das telecomunicações, em 1997, tornou-se consultor de assuntos regulatórios de telefonia celular. É casado com Yara Maria Ulles Moreira.
Pedro Rogério Moreira ocupa a cadeira nº 38 da Academia, para a qual foi eleito em 22 de novembro de 2001, na sucessão de seu pai, Vivaldi Moreira, e tomou posse em 16 de maio de 2002.



