Miniatura

Acadêmico
Nilo Aparecida
Número de Cadeira
34 Patrono: Tomás Antônio Gonzaga
Data de Posse
1951
Posição na Cadeira
2° Sucessor
Status
Membro antecessor
Descrição Biográfica
O escritor, jornalista e acadêmico Nilo Aparecida Pinto, nasceu em Caratinga, Minas Gerais, em 23 de junho de 1915, filho de Antônio Evangelista Pinto e de Maryland de Morais Pinto. Foi casado com Olga Costa Pinto.
Estudou o secundário em Vitória, Espírito Santo e, ainda adolescente, mudou-se para Belo Horizonte, Minas Gerais, onde ingressou no quadro de funcionários da Prefeitura Municipal. Sob os governos Juscelino Kubitschek de Oliveira foi, no Estado, assessor de redação e documentação do Palácio do Governo e, na Presidência da República, Assessor do Presidente.
Nilo Aparecido, por longo tempo dedicou-se ao jornalismo, foi colaborador de A Gazeta, de Vitória, e redator das revistas Belo Horizonte e Alterosa e do matutino Folha de Minas, de Belo Horizonte. No Rio de Janeiro produziu o programa “Temas e Sugestões de Poesia”, da Rádio Ministério da Educação.
Em 1951, foi eleito para a Academia Mineira de Letras como terceiro sucessor na cadeira nº 34, patrocinada por Tomás Antônio Gonzaga. Nilo Aparecida faleceu no Rio de Janeiro, em 15 de janeiro de 1974. Foi poeta e trovador de raro talento. Segundo Juscelino, a quem auxiliou assumindo posições de confiança nos seus governos estadual e federal, era “homem sério, temperamento esquivo, amante da solidão, achou no misticismo o clima que lhe exaltava o espírito”.
Publicou as obras poéticas Canção da amargura sem fim, Belo Horizonte, pela Edições Grafito, em 1941; Roteiro do deslumbramento e Poesias escolhidas, publicadas em 1944; Música na fonte, Belo Horizonte, pela Edições Mantiqueira, em 1949; Rosa de Saron, Belo Horizonte, pela Edições Mantiqueira, em 1952, com o qual alcançou o prêmio de poesia Cidade de Belo Horizonte; Meu coração em cantigas, Belo Horizonte, pela Edições Mantiqueira, em 1953; Sol do abismo, Belo Horizonte, pela Itatiaia, em 1956; Reino interdito, Rio de Janeiro, pela Editora Olímpia, em 1963; Sonetos, Rio de Janeiro, pela Editora Orfeu, em 1968.



