Miniatura

Acadêmico
Oswaldo Soares da Cunha
Número de Cadeira
02 Patrono: Arthur França
Data de Posse
20 de novembro de 1975
Posição na Cadeira
2° Sucessor
Status
Membro antecessor
Descrição Biográfica
Oswaldo Soares da Cunha, filho de Octávio Soares Ferreira e Guiomar Soares da Cunha, nasceu em 25 de fevereiro de 1921, em Peçanha (MG), no distrito de Figueira – que se emancipou em 1937 e passou a se chamar Governador Valadares em 1938 – e faleceu em 29 de junho de 2013, em Belo Horizonte (MG).
Na capital mineira, estudou no Colégio Arnaldo e, na sequência, bacharelou-se em Direito pela Universidade de Minas Gerais (atual UFMG), em 1947. Profissionalmente, atuou como advogado, inspetor federal de ensino e redator do periódico Minas Gerais.
Escreveu inúmeros poemas, quadras e trovas, que foram publicados em jornais mineiros, tais como: Alto do S. Francisco, de Piumhi; Folha de Ituiutaba, de Ituiutaba; Ponte da Cadeia, de São João del-Rei; e Voz Diocesana, de Campanha. Publicou seus textos literários, também, em periódicos fluminenses, por exemplo: A Noite, Careta e Diário de Notícias, todos do Rio de Janeiro. Foi eleito para a Academia Mineira de Letras aos 19 de junho de 1975 e tomou posse em 20 de novembro do mesmo ano, tendo sido recepcionado pelo acadêmico Moacyr Assis Andrade.
Suas principais publicações são: Estrela Cadente (1943); Maria (1944); Rosa dos Ventos (1945); Quadras (1950); Sonetos e Poemas (1952); A Lua no Poço (1957); Canção dos Condenados da Mina (1958); Mínimas (1961, 1976, 1984, 2003); Pastor de Nuvens (1969); Torre Sonora (1972); Livro das Trovas (199[3]); Trovas de Sêneca (2003); e Sonetos de Ontem (2009). Algumas de suas obras foram ilustradas por sua esposa, a artista plástica Ivelyse Carmelita Lobo Soares da Cunha.
Com outros escritores, publicou Os Dez Melhores Sonetos Mineiros (1951). Participou, também, como editor, da obra coletiva intitulada O Livro de Minas (1960).



