Olavo Celso Romano

Nasceu em Morro do Ferro (Oliveira), no dia 6/9/1938.
Filho de Demosthenes Romano e Waldete Viana Romano.

Síntese de uma trajetória

Olavo Romano estudou Direito (PUC-MG), Administração (mestrado na FGV-RJ) Inglês (proficiência pela Universidade de Michigan), Planejamento Educacional (Banco Mundial). Lecionou Inglês em vários colégios e Administração na PUC-MG. Fez carreira no serviço público, aposentando-se como Procurador do Estado.

A partir de 1979, publicou seus casos mineiros e textos poéticos no Estado de Minas, no Jornal de Casa, nas revistas Globo Rural, Palavra, Cícero, IstoÉ e Veja. Está agora no Mercado Comum e, também, no quadro “Prosa arrumada”, do programa Arrumação, na TV Minas. Possui quase vinte livros publicados, oito deles amplamente adotados em escolas de Minas e de outros estados. Entre as obras adotadas em escolas, focaliza o jeito, a fala, a vida no interior mineiro: Casos de Minas, Paz e Terra, SP, 1982, 6a ed.; Minas e seus casos, Ática, SP, 1984 (esgotado); Dedo de prosa e Prosa de mineiro, Lê, 1986 (esgotados); Os mundos daquele tempo, Atual, SP, 1988, 6a ed; Um presente para sempre, Atual, SP, 1990, 14a ed., e Memórias meio misturadas de um jacaré de bom papo, Dimensão, BH, 2002.

Sua prosa viva e sensível homenageou dirigentes e dezenas de empregados da Alcan, bem como executivos da Acesita e da Samarco, além de estar presente, desde a década de 80, em diversos relatórios da Cemig.

Na Fundação João Pinheiro, editou um jornal, participou da elaboração (pesquisa, entrevistas e texto) de um livro e de dez fascículos sobre a História do Comércio em BH. Seu livro Para Além da Cidade Planejada, de 1997, focaliza o Colégio Magnum e a região nordeste da Capital. Memória Viva resume os 50 anos da Alcan em Ouro Preto. MESTRES MINAS OFÍCIOS GERAIS (Sebrae, 2000) registra resgate cultural do artesanato em Araxá. Em outro livro, ainda sem título, Romano aborda os 50 anos da Cemig.

É sócio fundador e inscrito nº 2 do Sindicado de Escritores de Minas Gerais.

Escreveu prefácios e apresentações de vários livros.

Recebeu homenagens do Estado de Minas, do Lions Clube Internacional, do governo do Estado, da Câmara Municipal de Oliveira. O título de cidadão honorário de BH ser-lhe-á brevemente entregue.

Duas viagens ao rio São Francisco resultaram em belos textos, publicados na revistas Globo Rural e Palavra.

Está editando Manuelzão – o último tropeiro, com apoio financeiro da Usiminas. No Rastro de Manuelzão é versão resumida, escrita para a Editora Dimensão e inscrita em concorrência no MEC.

O conto “Como a gente negoceia” gerou o curta-metragem Negócio Fechado, premiado no festival de Gramado de 2001.

O grupo “Carbono 14” filmou 30 histórias da obra de Romano para distribuição gratuita em bibliotecas, escolas e centros culturais.

Além dos casos mineiros, que identificam fortemente sua obra, Olavo Romano participa ativamente de grupos de contadores de história.

Na revista Cícero, publicou, com fotos de José Israel Abrantes, os ensaios Relato da Minas Profunda e São Francisco Rio Abaixo.

A partir de quadros de Santos do artista plástico Cláudio Rocha, escreveu poemas para cartões de Natal de 2000.

Romano vem compartilhando seus achados com estudantes,trabalhadores, empresários, profissionais liberais de diversas áreas. Sócio fundador do Instituto Jung de Minas Gerais, tem atuado em encontros e simpósios com psicólogos e educadores.

Com o concertista Roberto Corrêa, desenvolveu, pelo interior de Minas, o projeto Causo, Viola e Cachaça, do SEBRAE/AMPAC. Com o projeto Minas Além das Gerais, do Governo Estadual, apresentou-se em Brasília, no Rio e em São Paulo. No Sempre um Papo, animou concorridos saraus por inúmeras cidades mineiras.

Solidificou ricas parcerias com músicos como Pereira da Viola, Chico Lobo, Lu e Celinha, apresentando-se em shows, em que a melodia das violas e flautas se harmoniza com seu jeito despojado de contar “causos”.

O livro Pés no Caiçara, um olhar sobre a Pampulha, escrito para o Shopping Del Rey, foi lançado dia 15 de outubro de 2003.

Cadeira 37

Patrono
Manoel Basílio Furtado (1826–1903)
Fundador
Olympio Rodrigues de Araújo (1860–1923)
1º Sucessor
Aníbal Mattos (1886–1969)
2º Sucessor
Edgard de Vasconcellos Barros (1914–2004)
3º Suplente
Olavo Celso Romano (1938)