Eduardo Almeida Reis

Nasceu no Rio de Janeiro em 8 de agosto de 1937
Filho de José Cândido Almeida dos Reis e Sara Caldeira Brant
Divorciado.
Três filhas. Um neto.

Cronista, humorista, romancista, ensaísta, historiador e jornalista. Formado em Ciências Jurídicas e Sociais pela Universidade do Estado da Guanabara, Faculdade do Catete, exerceu fugazmente a advocacia e foi funcionário do Banco do Brasil, do qual se demitiu, a pedido, com 15 anos de casa. Ingressou na redação de O Globo em 1966. Sobre agropecuária, colaborou nas seguintes publicações: Correio Agro-Pecuário, O Ruralista, Revista CCPL, Revista dos Criadores, Folha de S. Paulo e A Granja, a revista mais antiga em circulação contínua do Brasil, da qual é cronista há 30 anos. Foi presidente do Sindicato Rural de Três Rios, RJ, na década de 70. Palestrante em diversos congressos de Zootecnia, Veterinária, Agronomia e exposições agropecuárias nos Estados: RJ, MG, BA, RS, SP.  Nascimento: 08/08/1937, Rio de Janeiro, RJ  Filiação: José Cândido Almeida dos Reis, médico, Sara Caldeira Brant, escritora Divorciado. Pai de Ana Cristina Reis, jornalista e escritora; Ana Maria Reis Farina, economista; Ana Luísa Reis Dias, administradora de empresas.

Formação

-Rio de Janeiro RJ – Curso Primário no Externato Guy de Fontgalland
-Rio de Janeiro RJ – Cursos Ginasial e Científico no Instituto Educacional Brasil-América
-Rio de Janeiro RJ – Bacharel em Ciênciais Jurídicas e Sociais pela Universidade do Estado da Guanabara, atual Universidade do Estado do Rio de Janeiro

-Repórter da Geral do jornal O Globo
-Cronista/articulista de O Globo, Folha de S.Paulo
-Cronista de A Granja desde 1979 -Cronista da revista MercadoComum entre 1995/2005
-Cronista diário do jornal Hoje em Dia entre 1990/2005
-Cronista diário do jornal Estado de Minas desde agosto de 2005
-Cronista (3x/semana) do jornal Correio Braziliense

Exerceu as funções de advogado do Sindicado dos Padeiros, avicultor, produtor de leite, corretor de seguros de vida, radialista, heveicultor e pequeno empreiteiro ferroviário. Trabalhou como administrador de empresas rurais nos estados de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Rio de Janeiro e Minas Gerais, anos e anos, entre 1955 e 2000. Palestrante. Titular da firma Officina Litteraria Ltda. que produz discursos, livros, programas de rádio e tevê etc.

Títulos/Prêmios

Membro da Academia Mineira de Letras

Medalhas e Condecorações

Nihil

Crítica

“É o vingador dos intransigentes, o redentor dos politicamente incorretos: mira com precisão na burrice e não deixa aleijado não: é tiro e queda” (José Nêumanne Pinto) “Gênio rural” (David Nasser) “O mais divertido humorista brasileiro” (Guilherme de Figueiredo) “Montaigne porra-louca” (João Ubaldo Ribeiro) “O melhor cronista do nosso agro” (Mário Mazzei Guimarães) “…um verdadeiro, um primoroso, um alto pensador. Não sei de nenhum que lhe possa ombrear e igualar no fulgor de sua graça e, mais do que isso, do seu estilo (Abgar Renault) “Pinguço e reacionário, mas tem caráter” (José Roberto de Alencar).

Obras Publicadas (cerca de 215.000 exemplares efetivamente vendidos)

O pinto e a sra. sua mãe (a arte de empobrecer criando galinhas) De Colombo a Kubitschek, Histórias do Brasil – ou HISTORIAE BRASILIAE A Columbo usque Nonô Zebu para principiantes A arte de amolar o boi (Manual do proprietário de sítios e fazendas) As vacas leiteiras e os animais que as possuem O papagaio cibernético, infanto-juvenil Mulher, eleição e eucalipto O aprendiz de fazendeiro Amazônia legal & ilegal A dieta inteligente Bumerangue, romance Pau-de-tinta Burrice emocional Amor sincero custa caro Muito ajuda quem não atrapalha

No Prelo

– Memórias de um canalha, romance
– Seis alqueires e uma vaca, memórias rurais
– Os anexos seguem em separado

Cadeira 24

Patrono
Bárbara Eliodora (1758–1819)
Fundador
João Lúcio (1875–1948)
1º Sucessor
Cláudio Brandão (1894–1965)
2º Sucessor
Henrique de Resende (1899–1973)
3º Sucessor
Sylvio Miraglia (1900–1994)
4º Sucessor
Eduardo Almeida Reis (1937)